Poluição ambiental e responsabilidade do Estado em relação ao direito à vida: uma análise jurídica das obrigações reguladoras no Equador
DOI:
https://doi.org/10.51247/st.v8iS3.33Palavras-chave:
Princípio da responsabilidade, direito à vida, poluição ambiental, legislação ambientalResumo
O objetivo deste estudo foi analisar juridicamente as obrigações ambientais do Estado equatoriano e a sua relação com a garantia do direito à vida, reconhecido na Constituição. O objetivo foi determinar se a regulamentação em vigor e a sua efetiva implementação respondem à proteção deste direito contra os efeitos da poluição ambiental. A metodologia utilizada foi a dogmático-jurídica, com uma abordagem qualitativa e teórico-analítica. A análise documental, a revisão bibliográfica e o estudo do quadro regulatório nacional e internacional foram utilizados para identificar os compromissos estatais em matéria de proteção ambiental e avaliar o seu cumprimento. Os resultados revelaram um fosso significativo entre as regulamentações ambientais vigentes e a sua efetiva implementação. Observou-se a ausência de sanções proporcionais para as violações, a fraca supervisão institucional e a ausência de mecanismos judiciais céleres e eficazes para a reparação dos danos ambientais. Da mesma forma, foi identificada uma fraca ligação entre as políticas ambientais e uma abordagem dos direitos humanos, o que limitou a protecção do direito à vida. As conclusões determinaram que a deficiente aplicação das normas ambientais responsabiliza directamente o Estado pela violação do direito à vida. Destacou-se a necessidade de reforçar os mecanismos de supervisão e sanção, bem como de incorporar mais plenamente uma abordagem dos direitos humanos às políticas ambientais. Isto poderá orientar futuras reformas jurídicas e de políticas públicas no Equador.
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