Depreciação e imposto diferido na apuração do imposto sobre o rendimento

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51247/pdlc.v7iEspecial1.920

Palavras-chave:

Depreciação financeira; Imposto diferido; Diferenças temporárias; Conciliação fiscal; Formulário 101

Resumo

A aplicação simultânea das Normas Internacionais de Relato Financeiro (IFRS) e da legislação fiscal equatoriana gera diferenças no reconhecimento e na mensuração da depreciação dos ativos fixos, com efeitos diretos no apuramento do imposto sobre o rendimento e no reconhecimento dos impostos diferidos. Neste contexto, este estudo visa analisar o tratamento contabilístico e fiscal da depreciação financeira e do imposto diferido nas empresas equatorianas, com destaque para as diferenças temporárias decorrentes das discrepâncias entre a vida útil estimada de acordo com os critérios contabilísticos e os limites de dedutibilidade estabelecidos pela legislação fiscal. A investigação foi conduzida através de uma abordagem documental e descritiva, baseada na análise da IAS 12 Imposto sobre o Rendimento, da IAS 16 Imobilizado, do Artigo 29 das IFRS para PME, do Regulamento de Aplicação da Lei do Regime Fiscal Interno e das orientações do Formulário 101. É ainda apresentado um estudo de caso prático, aplicado a um veículo depreciado financeiramente ao longo de três anos, face ao limite de dedução anual de 20%. Os resultados mostram que a depreciação financeira que excede o limite fiscal gera diferenças temporárias dedutíveis que podem levar ao reconhecimento de ativos fiscais diferidos, desde que haja probabilidade de recuperação através de lucros tributáveis ​​futuros. Além disso, são identificados o tratamento adequado destas diferenças na reconciliação fiscal e o seu registo nos campos correspondentes do Formulário 101.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Guajardo Cantú, G., y Andrade de Guajardo, N. E. (2014). Contabilidad Financiera. McGraw-Hill Interamericana.

(IASB), C. d. (2021). Norma Internacional de Contabilidad 12 (NIC 12): Impuesto a las ganancias. Fundación IFRS.

(IASB), C. d. (2021). Norma Internacional de Contabilidad 16 (NIC 16): Propiedades, Planta y Equipo. Fundación IFRS.

Arens, A., Elder, R., y Beasley, M. (2012). Auditoría : un enfoque integral. Pearson Educación.

B., S. A. (2013). Estándares/Normas Internacionales de Información Financiera (IFRS/NIIF). Ecoe Ediciones.

Betancur, J. C. (2009). Estados financieros: Normas para su preparación y presentación (2.ª ed.). Ecoe Ediciones.

Coral Delgado, L. d., y Gudiño Dávila, E. L. (2014). Contabilidad universitaria (7.ª ed.). McGraw-Hill Interamericana.

Fierro Martínez, Á. M., y Fierro Celis, F. M. (2015). Contabilidad general con enfoque NIIF para las pymes. Ecoe Ediciones.

Gaitán, R. E. (2012). Estados financieros básicos bajo NIC/NIIF. Ecoe Ediciones.

Horngren, C., Harrison Jr., W., y Oliver, M. (2010). Contabilidad (8.ª ed.). Pearson Educación.

Internas, S. d. (2015). Circular Nro. NAC-DGECCGC15-00000012: Aplicación del impuesto diferido. Registro Oficial de la República del Ecuador.

Kieso, D., Weygandt, J., y Warfield, T. (2016). Contabilidad intermedia: Enfoque IFRS. Editorial Limusa.

Lopez, A. J. (2014). Principios de Contabilidad. McGraw-Hill Interamericana.

Newton, E. F. (2014). Contabilidad superior (7.ª ed.). La Ley.

Oriol, A. S. (2014). Análisis de estados financieros: Fundamentos y aplicaciones (10.ª ed.). Ediciones Gestión 2000.

Pérez Rico, C., Méndez Rojas, V., Fernández García, C., Alvarado Riquelme, M., y Méndez Rojas, P. (2017). Comunidad Andina de Naciones (CAN), Perú, Colombia, Bolivia y Ecuador: proceso de convergencia y adopción de las NIIF. Revista Economía y Política.

Presidencia de la República del Ecuador. (2022). Decreto Ejecutivo No. 586. Registro Oficial Suplemento 186.

Ramirez, E. G. (2017). Normas Internacionales de Información Financiera: NIIF plenas, NIIF para pymes. Grupo Editorial Nueva Legiislación.

Sanchez, P. Z. (2024). Contabilidad General : Con base en las normas internacionales de información financiera. Alpha Editorial.

Servicio de Rentas Internas (SRI). (2015). Circular No. NAC-DGECCGC15-00000012. Registro Oficial Nro. 653.

Superintendencia de Compañías, Valores y Seguros. (2008). Resolución N.° 08.G.DSC.010. Registro Oficial Nro. 498.

Superintendencia de Compañías. (2008). Resolución No. 08.G.DSC.010. Registro Oficial No. 498.

Valdivieso, M. B. (2011). Contabilidad general. Escobar Impresores.

Villegas, H. (2005). Curso de finanzas, derecho financiero y tributario (9.ª ed.). Editorial Astrea.

Warren, C., Revee, J., y Duchac, J. (2016). Contabilidad Financiera. Cengage Learning.

Servicio de Rentas Internas. (2024). Circular NAC-DGECCGC24-00000001: tratamiento de impuesto diferido por depreciación financiera y límites de deducibilidad. Servicio de Rentas Internas.

Servicio de Rentas Internas. (s. f.). Guía del contribuyente para el llenado del Formulario 101 - Impuesto a la Renta Sociedades. Servicio de Rentas Internas

Publicado

2026-08-01

Como Citar

Depreciação e imposto diferido na apuração do imposto sobre o rendimento. (2026). Portal Da Ciência, 7(1), 112-130. https://doi.org/10.51247/pdlc.v7iEspecial1.920

Artigos Similares

1-10 de 42

Também poderá iniciar uma pesquisa avançada de similaridade para este artigo.